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sexta-feira, 24 de julho de 2009
Jú está em sua casa assintindo televisão até que o telefone toca e obviamente ela vai atender.
Jú: Alô?
Fulana: Hei, tais em casa?
Jú: Não, é a secretária eletrônica, portanto deixe sua mensagem após o bip... bip!
(Tu... Tu... Tu...)
As vezes as pessoas são idiotas demais.


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terça-feira, 14 de julho de 2009
Depois de muito tempo estudando eu finalmente consegui entrar na universidade. Fato que não é a melhor universidade, mas já me conformei com isso. Estava sem tempo para atualizar isso aqui e no momento estou sem assunto nenhum (detesto quando isso acontece), então só vim mesmo para agradecer ao Doug do O Cronista e a Mariane do Compartilhando Leituras pelos selos que ganhei.
Inté *:
Obrigada Mari.
Obrigada Doug.


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sexta-feira, 3 de julho de 2009
Essa semana eu aprendi uma coisa... Nunca (absolutamente nunca!) leve uma criança ao supermercado. Não sei como e nem porque, mas todas aquelas coisinhas coloridas deixam elas mais ativas do já são. Mas o problema nem é esse, porque o fato de a criança sair pedindo cada coisa que vê, é normal, o negócio é quando você não dá e ela começa com aquele biquinho ou aquele resmungo "eu quero..." e depois se transforma praticamente em um sinalizador. Sério mesmo, qualquer pessoa a kilômetros de distância te encontra com o choro. Sem contar que o supermercado inteiro está olhando enquanto você tenta acalmar a peste - bando de curiosos -. Tentar ignorar também não é a solução, porque ela te segue e fica puxando sua blusa, se joga no chão e fica se debatendo, simplismente terrível. Coitada da mãe, que além de tentar acalmar e ser observada por todos como em um reality show, teve que dar a maldita coisinha colorida para a filha parar de gritar. Eu hein, e ainda dizem que adolescente é que incomoda.


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terça-feira, 30 de junho de 2009
Não tem como não comentar o assunto. Ele foi aquele artista que como muitos outros, vai ser imortal. Lutou, conquistou, fez muito sucesso, provocou muitos escandalos, se trasnformou e de certa forma, fracassou. Michael Jackson arrasou multidões e fez milhares de fãs pelo mundo. Michael Jackson quebrou todas as regras de dança e estilo. Michael Jackson foi realmente o Rei do Pop. Quem diz que nunca escutou, cantou ou dançou, é mentira. A música, os passos e o ritmo contagiante dele estavam em todos os cantos. Do moonwalk às calças curtas com meias brancas, Jackson fez sucesso por onde passou. Admito que nunca fui A fã número 1, mas gostava do ritmo e dos clipes. Gostava dos passos, das letras e do jeito inconfundível dele. Jackson não foi só o Rei do Pop, foi um ícone, um ídolo que quebrou a barreira entre branco e negro, uma eterna criança que vai fazer falta para o mundo da música.


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quinta-feira, 25 de junho de 2009
Essa semana eu aprendi uma coisa... Se seu chefe for chato igual ao meu, nunca (nunca mesmo!) esqueça de tomar uma boa dose de calmante antes de ir trabalhar. Não é por nada, mas o fato de ter um insuportável "tentado" te ajudar (atrapalhar, literalmente), é algo que deixa qualquer ser humano 'fora da casinha'. Eu toda atrapalhada tentando fazer um relatório urgente e conversando com uma pessoa no telefone pedindo ajuda, e o retardado vem falar comigo e começa a fazer mímica para eu tentar entender o que ele esta querendo dizer. Se eu tenho ódio de algo é isso, eu estar no telefone e um imbecil (já digo assim mesmo) fica falando, interrompendo e o que é pior, fazendo mímica sobre algo que não tem nada a ver com bala halls do problema. Para não ser grossa (ou demitida, sei lá), eu desliguei o telefone e escuto a seguinte pergunta: Conseguiu terminar o relatório?
Juro que se eu tivesse uma arma, mataria.
Deus, dê-me sabedoria para entender meu chefe, porque se me deres força eu vou bater nele.


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segunda-feira, 22 de junho de 2009
Acredito que a leitura muda a opinião das pessoas, e falo isso por experiência própria. Para quem não sabe, sou evangélica. Não daquelas radicais, mas daquelas que simplesmente acreditam no poder de Deus sobre a vida. Há uma semana li o livro A Cabana que vem causando muita polêmica, pela forma como o autor fala de Deus e da Trindade. Eu li o livro e reli várias partes dele. Para quem não sabe, o livro conta a história de Mack Allen Phillips que tem sua filha (Missy) raptada e assassinada. Anos após o acidente, Mack recebe um bilhete supostamente assinado por Deus, convidando-o a retornar ao local onde ocorreu o acidente. Dai para a frente, ele passa um final de semana com Deus (ou Papai, como ele também é chamado no livro), Jesus e o Espírito Santo (apresentado como Sarayu). O que vem causando a polêmica é a forma de como ele apresenta Deus e os "conceitos" de Deus. Eu gostei da forma que ele colocou dizendo que seguir o evangelho e o 'seguir' a Deus são coisas simples, porém não são fáceis. E gostei mais ainda de como ele falou do perdão, e de que Deus não quer estar no topo das nossas prioridades e sim no centro. Acho que a única coisa que tenho a criticar é como ele em algumas partes acaba 'zombando' da Bíblia dizendo que Deus não julga as pessoas pelo seus pecados - se fosse isso, não existiria o julgamento final. Entretanto, a leitura desse livro me fez repensar em vários pontos e mudar várias atitudes em relação a Deus, principalmente sobre a questão do perdão. Um pedacinho do livro:
“… o perdão não cria um relacionamento.A não ser que as pessoas falem a verdade sobre o que fizeram e mudem a mente e o comportamento, não é possível um relacionamento de confiança. Quando você perdoa alguém, certamente liberta essa pessoa do julgamento, mas, se não houver uma verdadeira mudança, não pode ser estabelecido nenhum relacionamento verdadeiro.
- Então o perdão não exige que eu finja que o que ele fez nunca aconteceu?
- Como seria possível? Você perdoou seu pai ontem à noite. Algum dia você vai esquecer o que ele lhe fez?
- Acho que não.
- Mas agora você pode amá-lo, apesar disso. A mudança dele permite. O perdão não exige de modo algum que confie naquele a quem perdoou. Mas caso essa pessoa finalmente confesse e se arrependa, você descobrirá em seu coração um milagre que irá lhe permitir estender a mão e começar a construir uma ponte de reconciliação entre os dois (…)”
Quem leu o livro sabe do que estou falando, e quem não leu, esta ai um bom livro apesar de todas as controvérsias. beejo *;


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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Sinceramente, eu ainda não sei com qual objetivo criei o ColouredSmile. Um amigo me disse que todas as idéias deveriam ser expostas e discutidas com pessoas diferentes, e acho que isso me motivou de alguma forma. Vasculhando alguns blogs, eu descobri que saber a opinião dos outros é algo muito interessante... As pessoas tem conceitos diferentes sobre os mesmo assuntos, e as criticas e elogios é o que fazem manter um blog no ar. Enfim, escrever não é o meu forte, mas é treinando que se aprende (pelo menos é o que dizem). Er, acho que vou começar o blog assim. Blog dedicado ao Tiago.


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profile

Particularmente, eu acho que fazer um perfil não é bem o meu estilo. Não sou uma pessoa que consiga se definir com facilidade. Aliás, eu acho que definição é algo muito limitado. Mas isso não vem ao caso. Normalmente as pessoas com quem convivo costumam me chamar de Jú, e não é Jú de Juliana (como todo mundo costuma perguntar) é Jú de Júlia. Como eu não sou muito fã do meu nome, prefiro a silaba tônica mesmo. Tenho 18 anos e não sou anormal (ou sou?). Adoro falar besteiras, sair e rir com meus amigos e acima de tudo, acredito no amor de Deus por mim e pela minha família. Me considero uma pessoa totalmente inconstante na questão de estado de espírito, uma hora feliz e daqui cinco minutos o mundo desaba. Sabe, nem eu me agüento. Mas enfim, perfeição é psicológico (eu acho). Adoro música, e como diz o Iggy Pop: “Música é como heroína, ela te idiotiza” – (não, eu não sou drogada e não sei se é esse o efeito da heroína, mas eu gosto do estilo da frase). Acho tão legal aquelas rodinhas de amigos tocando violão e fazendo aquela batucada na beira da praia, na praça ou em qualquer outro lugar. É tão surreal (sim, eu adoro essas coisas, fato!) Well, o resto não importa ( se bem que não tem resto...) É, eu disse que não era anormal. :D
Recomendo:
baú